sexta-feira, 29 de março de 2013

Do trem vejo a Ibituruna

Pego-me observando um pico onde o meu olhar se abre
A queda é maior
A experiência de se entregar ao vento se torna mais transformadora
Acentua-se a infância
Conflito das minhas potencialidades, forças e poderes com minhas fraquezas e impotências naturais. Lembro-me de ouvir a mãe e o pai dizerem que quando menino falo como menino, hoje, enquanto homem devo falar como homem.
Não me esqueço da criança que usa os poderes do outro, o apoio das coisas e das idéias de sua cultura que não se calam
Treinado á não me assustar com o susto
A adequar nossa realidade com o que é socialmente ético.
Pensar numa resultante da organicidade
Vida sincera, verdadeira e essencial
Inquietação com o que foi acumulado, elaborando um olhar generoso e verdadeiro para sí e o meio
Observando o pico
Me pego.

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