Conexões “definidas” e resultantes das (os) trocas/relacionamentos físico/mental e espiritual/perceptivo num encontro social alimentado de encontros não marcados, processando o que chegará ao externo (ex) pelo interno (in), in pelo ex, in pelo in ou ex pelo ex , visto ou reconhecido pelo vivenciador ex ou in, da forma ( dá forma), como se desenvolve a vivência ou sem forma. Tratando-se de um olhar individual que se forma ou deforma numa dupla que caminharão juntos no decorrer desse processo tanto existencial/humano quanto fator criador/tradutor, traduzindo o coletivo e o individual. Onde entre todos esses valores o que nos unirá será a troca de possibilidades infinitas, sem reservas e determinismos finitos em si mesmos.
Uma única arte feita por artes únicas.
Brincar criando e criar brincando com a sensibilidade natural de um compartilhar de histórias dos agentes internos e externos.
Aprenderemos nos despedir de maneiras variadas.
Quem sabe se será um final? Porque não “uma boa noite”, um “beijo”, “obrigado”, “forte abraço” ou "um cheiro bom” para todos!
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