Na observação que confronta na impossibilidade da separação acomodo-me e me inquieto num lugar peculiar que expressa melhor a nossa beleza
Beleza da humanidade que há em nós
Junção do que fomos com o que estamos, chegando próximo da sensação do que é tirar as calças, o chinelo e a camisa e depois de contemplar a grandeza do rio, me jogar só, com o boné vermelho e a cueca branca, nas águas
O vermelho pelas mortes que vi, vi para chegar até aqui
Também pelas paixões e amores que somaram durante o caminho do prazer de me descobrir amando a vida
O branco pela paz
Divino e transcendental.
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